O Público é um jornal diário português, prestes a completar três décadas de existência. Orientado a um mercado-alvo de instrução média e elevada, é considerado popularmente como um “jornal de doutores e engenheiros”. Integrado no grupo Sonae, foi durante considerado como o jornal de Belmiro de Azevedo, fundador dos hipermercados Continente e por muito tempo o homem mais rico de Portugal. Contudo, a sua posição de independência em termos políticos contribuiu para afastar esse estigma. Mantém-se atualmente como um dos jornais de referência em Portugal.

Suplementos e cadernos

Além de ter sido um dos primeiros jornais a recorrer à técnica dos artigos de coleção (livros, CD, etc.) para impulsionar as vendas, o Público mantém uma lista assinalável de suplementos que ocupam, cada um deles, um lugar importante no panorama cultural e da comunicação social nacional.

Fugas

Criado em 2000, o nome deste suplemento sintetiza admiravelmente o seu tema: misto de turismo, viagens, automóveis e prazeres diversos. Assuntos de fim de semana, sugestões para aproveitar os fins de semana e as férias, e como tirar partido dessas possibilidades.

Inimigo Público

O suplemento humorístico do Público tem como lema “se não aconteceu, podia ter acontecido”. Contudo, as suas “notícias” sempre se assumiram claramente como peças de comédia, em momento algum se confundindo com “fake news”. A expressão “inimigo público” remete para o conceito norte-americano de “public enemy” (“inimigo do povo”, alguém considerado uma ameaça para o conjunto da sociedade) e casa de modo perfeito com o próprio nome do jornal.

Diversidade de opinião

Na atualidade, a diversidade de opiniões dos seus cronistas é uma das grandes mais-valias deste jornal, que assim apresenta posições e pontos de vista bastante diversos. Nas suas páginas convivem nomes como Rui Tavares, Francisco Teixeira da Mota, João Miguel Tavares, António Bagão Félix, Frei Bento Domingues, Miguel Esteves Cardoso ou José Pacheco Pereira.